Operação nos EUA Captura Nicolás Maduro na Venezuela
Em um anúncio que abalou o cenário geopolítico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) a realização de uma operação militar de larga escala na Venezuela, que resultou na detenção do atual presidente, Nicolás Maduro.
"Comandaremos a Venezuela até a Transição Segura"
"Vamos comandar a Venezuela até poder fazer uma transição segura e justa", declarou o presidente Trump, enfatizando o compromisso americano em supervisionar o processo de mudança política no país sul-americano. "Vamos continuar lá até a transição apropriada acontecer".
Acusações de Narcoterrorismo e Justiça Americana
Trump descreveu a operação como "escura e mortal", mas destacou o sucesso na captura de Maduro e sua esposa, que, segundo o mandatário americano, "vão enfrentar a justiça americana agora por sua campanha de narcoterrorismo contra os EUA". O presidente americano foi enfático ao afirmar que "nenhuma nação faria o que os EUA fizeram ontem".
Interesses Econômicos e Ameaças de Novo Ataque
O líder americano também sinalizou que grandes petroleiras americanas iniciarão operações no país, visando "fazer dinheiro para o país". Em um tom de alerta, Trump declarou: "Estamos prontos para fazer um segundo e maior ataque se precisarmos", demonstrando a determinação dos Estados Unidos em impor seus interesses.
Sucesso Operacional e Orgulho do "Melhor Equipamento do Mundo"
Contrastando com operações passadas, Trump ressaltou o êxito da missão: "Se você vissem o que eu vi ontem à noite, vocês ficariam impressionados. Nenhum americano foi morto e nenhum equipamento americano foi perdido". Ele gaba-se ainda de que "Temos o melhor equipamento do mundo", reiterando que "Foi uma operação para trazer Nicolás Maduro à justiça".
Reafirmação da Doutrina Monroe
O presidente Trump aproveitou o anúncio para reafirmar um princípio histórico da política externa americana. "A Doutrina Monroe foi esquecida e não pode ser esquecida", afirmou, indicando que sob sua administração, o poder e a influência dos Estados Unidos serão novamente consolidados no hemisfério sul.