O mundo acordou este Sábado, 28 de Fevereiro de 2026, com a notícia de que a linha vermelha da geopolítica do Médio Oriente foi, não apenas cruzada, mas redesenhada. Numa operação de precisão e escala massiva, Israel e os Estados Unidos iniciaram um ataque directo a Teerão, visando o centro nevrálgico do regime iraniano.
O Ataque: Fumo Sobre Teerão
Na manhã deste Sábado — o primeiro dia da semana útil no Irão — violentas explosões abalaram a capital. Relatos iniciais confirmam uma densa nuvem de fumo negro a elevar-se no centro de Teerão. O alvo não foi escolhido ao acaso: a ofensiva concentrou-se nas proximidades dos escritórios do Líder Supremo, o Aiatolá Ali Khamenei.
A precisão do ataque sugere o uso de tecnologia de ponta para evitar danos colaterais excessivos, focando-se em infra-estruturas de comando e controlo. No entanto, o simbolismo de atingir o "quilómetro zero" do poder iraniano é uma mensagem clara de que a era da contenção terminou de forma abrupta.
O "Factor Silêncio": Onde está Khamenei?
Um dos pontos mais críticos desta crise é o paradeiro de Ali Khamenei. O Líder Supremo não é visto em público há vários dias, alimentando especulações sobre o seu estado de saúde ou uma eventual retirada para um local seguro antes do início das hostilidades. A ausência de um pronunciamento oficial do líder máximo, num momento em que a capital é bombardeada, cria um vácuo de poder perigoso e incerto.
A Justificação de Israel: Uma "Acção Preventiva"
O Ministro da Defesa israelita, Israel Katz, foi sucinto ao classificar a operação como uma "acção preventiva". Segundo Katz, o objectivo é a eliminação imediata de ameaças existenciais ao Estado de Israel. Embora não tenha detalhado quais seriam essas ameaças (se o programa nuclear, mísseis hipersónicos ou informações de inteligência sobre um ataque iminente), a narrativa israelita foca-se na legítima defesa pró-activa.
A Aliança de Ferro: O Envolvimento dos EUA
Embora Israel tenha liderado o anúncio, o peso estratégico dos Estados Unidos está presente em cada detonação. Fontes do alto escalão do Governo norte-americano, citadas pela Associated Press (AP) e pelo jornal The New York Times, confirmam que Washington não apenas autorizou, como está a participar activamente na operação.
Este envolvimento directo marca uma mudança drástica na política externa de Washington, que durante anos tentou evitar um confronto aberto com Teerão, preferindo sanções económicas e diplomacia de bastidores.
Tabela: Resumo da Situação (28/02/2026)
Ponto Chave | DetalhesLocalização | Centro de Teerão, proximidades do gabinete do Líder Supremo.
Natureza | Ataque preventivo aéreo e de mísseis.
Participantes | Forças de Defesa de Israel (IDF) com apoio táctico dos EUA.
Estado de Khamenei | Desconhecido (ausente da esfera pública há vários dias).
Justificação | Neutralização de ameaças iminentes à segurança de Israel.
Consequências Imediatas e Riscos Globais
As repercussões deste ataque sentem-se instantaneamente em três frentes:
- Mercado Energético: O preço do petróleo Brent deverá sofrer uma subida vertical nas próximas horas, face ao risco de interrupção do tráfego no Estreito de Ormuz.
- Eixo de Resistência: A resposta do Hezbollah no Líbano, das milícias no Iraque e dos Houthis no Iémen determinará se este conflito evolui para uma guerra regional total.
- Diplomacia: O Conselho de Segurança da ONU deverá reunir-se de emergência, embora o poder de veto norte-americano deva bloquear qualquer condenação formal da acção.
O Que Esperar a Seguir?
O mundo aguarda agora a reacção do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC). Sem a figura visível de Khamenei, a cadeia de comando iraniana poderá agir de forma errática ou desencadear o seu arsenal de mísseis balísticos contra Telavive e bases americanas na região.
É um facto assente: o Médio Oriente entrou hoje numa nova e perigosa era.